Mantendo-se firme rumo ao ALVO

Série de Mensagens
A Postura do Cristão
Título 7
Mantendo-se firme rumo ao ALVO

“Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.” (Filipenses 3:13-14)

Manter-se firme rumo ao alvo é sem dúvida muito difícil, no texto acima, vemos o nosso irmão o Ap. Paulo deixando claro que está “prosseguindo para o alvo, afim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus”. Creio que é o desejo de todos nós que chegamos a reconhecer a Jesus Cristo e aceitamos a Ele como Senhor e Salvador de nossas vidas.
Aqui neste ponto que chegamos é que está o segredo de atingir este alvo, olhemos para a conduta e a forma de viver do Ap. Paulo, comparemos com a nossa e façamos uma análise sincera de como caminhamos rumo a este alvo e se estamos com condições de atingi-lo!

Amados, uma questão que vejo é o aprisionamento que muitos têm em relação ao passado, muitos param em situações do passado e ali ficam presos e não conseguem avançar quando na realidade, o Paulo nos ensina é: “Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.”
Filipenses 3:13‭-‬14 NVI

Duas situações para pensar e refletir:

Primeira:
“Para muitos, o passado os impede de prosseguir. Uns porque têm lembranças extraordinariamente felizes porque foram justificados em Cristo e agora têm paz com Deus. Eles se lembram tanto daquele tempo, que, parece, nada mais lhes aconteceu. Para eles, “tudo está no passado”; a essência da vida é feita de regras e rituais. Viver o evangelho é apenas permanecer nas regras e manter a forma. Nada mais importa porque já são justificados; já são salvos. Eles vão à igreja — e isso é suficiente”. WAGNER, Glenn. Igreja S/A. São Paulo: Vida, 2003, p. 226.

Assim, o máximo que fazem agora é ir a igreja todo domingo, como se isto saldasse suas dívidas com Cristo, aliás, como se tivéssemos alguma dívida. A cruz não nos deixou dívida, mas apagou todas as nossas dívidas. Agora, nosso único legado é a esperança.

Já pensaram se Ap. Paulo ficasse pensando a vida toda naquele encontro com o Senhor Jesus quando ia para Damasco? Mas ele não podia ficar no passado, embora tenha sido muito bonito. Mesmo porque depois de Damasco aconteceram tantas coisas. Aliás, todos os dias aconteceram tantas outras coisas! Foram tantas as experiências que ainda viriam a acontecer, que ele esperava, se alegrando por antecipação.

Segunda
Para muitos irmãos, o passado os impede de prosseguir, mas por outra razão. Eles olham para trás e vão vendo as cicatrizes deixadas nas suas memórias. Suas cicatrizes são lidas como sinais de que nada vale a pena. As perdas do passado mostram que não virão experiências novas que trarão um novo significado à vida. E o que aprendemos com a atitude de nosso irmão Ap. Paulo é que ele deixa para trás as coisas que aconteceram como lemos – “Fui encarcerado mais vezes, fui açoitado mais severamente e exposto à morte repetidas vezes. Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites. Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar. Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar e perigos dos falsos irmãos. Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez. (…) Em Damasco, o governador nomeado pelo rei Aretas mandou que se vigiasse a cidade para me prender. Mas de uma janela na muralha fui baixado numa cesta e escapei das mãos dele” (2Coríntios 11.23-27, 32-33).

Ele tinha todas as razões para ficar no passado, mas o desejo dele era apenas avançar rumo ao alvo.

Ele sabia que em todos estes momentos, o Espírito de Jesus esteve com ele.

Sigamos seu exemplo, rumo ao alvo!

Oremos – Pai ajuda-me a prosseguir rumo ao alvo sem ficar preso no passado e avançado como Ap. Paulo, esquecendo-me das coisas que para trás ficam. Eu oro em nome de Jesus, amém!

Pr. Ranieri Farias

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